Solarize - Cursos de energia solar para iniciantes e especialistas
Baterias estão saindo com largos passos dos nichos ocupados até agora: o Brasil percebeu que armazenamento precisa ser adotado com urgência na rede nacional, e que essa tecnologia oferece soluções com uma versatilidade antes inimaginável.
Leilão para Sistemas de Armazenamento
O Ministério de Minas e Energia está preparando o primeiro leilão para sistemas de armazenamento, em contratação de potência elétrica. É uma resposta ao dilema de cobrar a bandeira vermelha dos consumidores enquanto se joga fora energia das usinas de fonte renovável.
Outros países já deram esse passo: as concessionárias alemãs estão com solicitações para conectar 400 GW/661 GWh de sistemas de armazenamento na rede de média tensão, além de 51 GW junto às redes de transmissão [pv-magazine].
A combinação de armazenamento em diferentes níveis e locais da rede elétrica a potencializa com alta flexibilidade e agilidade.
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Plano Emergencial de Corte de Geração na Distribuição
A geração elétrica no Brasil era extremente centralizada e ganhou cada vez mais usinas distribuídas. Esssa mudança retirou da ONS o poder de balancear a geração conforme demanda a cada momento. Em alguns momentos do ano passado, faltou consumo correspondente à energia injetada.
Por isso, a ONS pediu à Aneel elaborar um “Plano de Gestão de Excedentes de Energia na Rede de Distribuição” que mira desligar usinas que estão fora do controle online. O que elas farão com a energia cortada, a não ser armazenar em baterias?
Em algum momento, esse desligamento pode incluir a Microgeração Distribuida, que ainda está fora da discussão. A solução para o dono da usina no telhado serão baterias.
Aumento de Falhas Devido ao Aquecimento Global
O aquecimento global está causando cada mais eventos climáticos extremos: secas, enchentes, queimadas, ondas de calor, ... todos impactando na rede elétrica.
Precisamos criar resiliência em diversos níveis, de residências/empresas a bairros, de cidades a regiões. Armazenamento é a ferramenta básica para manter uma ilha energética funcionando até a reconexão a uma rede maior.
Baterias são realidade - aprenda a projetá-las
Baterias são realidade, e elas vão tomar conta do cenário energético brasileiro por necessidade, por imposição ou por incentivo.
Quer conhecer as diversas soluções na combinação de controle de geração e armazenamento? Então venha para nosso curso Sistemas híbridos em 10 modalidades com turma daqui a duas semanas.
O debate em Brasília sobre a MP 1304, que reorganiza o setor elétrico, foi intenso, e o trabalho de todos nós para mostrar aos senadores e deputados a importância do nosso setor para o Brasil.
Vencemos 😁🌞🦾!!!
A cobrança sobre energia injetada foi derrubada
O relatório do Sen. Eduardo Braga sobre a MP trouxe uma cobrança nova sobre a energia injetada. Com ampla mobilização conseguimos derrubar essa emenda. Prevaleceu a segurança jurídica e o direito de gerar a própria energia.
Prevaleceu o retorno financeiro com energia solar, muito melhor do que em aplicações financeiras!
Prevaleceu a geração de empregos Brasil afora!
Incentivo ao armazenamento de energia
A MP1304 trouxe um avanço urgente: a legislação sobre armazenamento de energia. Haverá isenção de impostos em certas circunstâncias e haverá a inserção no sistema elétrico, já preparado pela Nota Técnica Aneel 13/2025.
Em breve publicaremos uma análise dessas medidas.
Incentivo a termelétricas a carvão e gás
Consideramos um retrocesso que o relator incluiu na MP a prorrogação do uso de carvão no Brasil até 2040. É a forma mais suja de gerar energia, e ficou obsoleta com o avanço das energias renováveis.
Da mesma forma voltou a obrigação de construir termelétricas em diversas cidades que nem sequer contam com gasodutos. Um assunto incluído na privatização da Eletrobrás, depois vetado pelo governo. A decisão sobre como gerar mais energia deveria ser tratada em leilões, onde vence a proposta mais barata.
Fontes renováveis, combinadas com armazenamento, já estão com preços abaixo das termelétricas, e não poluem a atmosfera.
Próximos passos
A MP 1304 agora segue para sanção presidencial, com potencial de veto parcial e sem risco de incluir novas taxas.
Em seguida, a Aneel vai ajustar a regulamentação de acordo com a lei promulgada.
O Instituto João Gonçalves da Silva (IJGS) lança, junto com a Solarize o projeto “Mulheres Solares Caxias”, que promove a formação profissional de mulheres no setor de energia solar com subsequente geração de renda.
O evento acontecerá no Museu Ciência e Vida, em Duque de Caxias, marcando o início de uma iniciativa voltada à inclusão produtiva, sustentabilidade e fortalecimento do protagonismo feminino na Baixada Fluminense.
📍 Local: Museu Ciência e Vida, Duque de Caxias – RJ
🗓 Data: 07/10/2025, 10h
📞 Informações: (21) 97595-4458
👉🏽 Inscrição para o lançamento
Capacitação de 30 mulheres
O projeto vai capacitar 30 mulheres em montagem e manutenção de painéis solares fotovoltaicos, em parceria com a empresa Solarize Treinamentos, referência nacional em treinamento em energia solar que já realizou vários projetos com cunho social ao longo dos anos.
As alunas ainda conhecerão outras iniciativas em comunidades cariocas, proporcionando uma vivência prática e inspiradora sobre o funcionamento e o impacto social da energia limpa. Serão ainda promovidos encontros com empresas do setor para inserir as alunas no mercado de trabalho.
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Patrocínio alemão
Realizado com patrocínio das entidades alemãs Bingo Umweltstiftung Niedersachsen e Südamerika-Zentrum Hannover, o projeto representa uma nova proposta profissional para as mulheres da comunidade atendida pelo IJGS, muitas tendo crianças em atividades oferecidas pelo instituto.
“Queremos que as mulheres da Baixada se vejam como parte da revolução energética que está em curso. A energia solar é uma ferramenta poderosa de autonomia e transformação social”, afirma Sulys da Costa Araújo, presidente do Instituto João Gonçalves da Silva.
Lançamento antecede a COP 30
O “Mulheres Solares Caxias” sucede a experiência da Associação de Mulheres com Compromisso (AMAC) com capacitação e instalação de um sistema fotovoltaico, realizada em 2023 também em Duque de Caxias dentro da Rede Favela Sustentável. Nesta nova edição, o IJGS amplia o alcance da proposta, com palestras para 200 moradores do entorno sobre o potencial e as oportunidades do mercado solar, que serão realizadas nos dias 6 e 12 de novembro, na sede do Instituto.
O lançamento do projeto acontece na semana que antecede a COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que será realizada em Belém (PA). A coincidência reforça o papel da Baixada Fluminense e das mulheres brasileiras na transição energética justa e inclusiva, demonstrando que a agenda climática global começa com ações locais que transformam vidas e comunidades.
Novas oportunidades para a região
Gratuito e com certificação ao final da formação, o “Mulheres Solares Caxias” nasce com o propósito de abrir novas perspectivas profissionais e fortalecer a presença feminina em um dos setores mais promissores da economia verde.
O Instituto João Gonçalves da Silva – IJGS é pessoa jurídica de direito privado, sem fins lucrativos, e reconhecido como ponto de cultura pelo Ministério da Cultura do governo federal. Tem sua diretoria composta, em sua maioria, por mulheres.
Teve como motivação para sua criação, em 2021, suprir a ausência do Estado na formação de crianças e jovens do território em que está inserido, com foco na geração de oportunidades, acessibilidade e inclusão para uma população do entorno estimada em 50 mil habitantes.

Como já é praxe há alguns anos, estamos envolvidos no teste da versão 2026 do software PV*SOL. Quer saber o que vem de novidade?
Conseguimos condições especiais em casos específicos para antecipar a nova versão - o lançamento da versão está previsto para novembro de 2025.
Novo: apresentação compacta e cativante para venda
Além do relatório super detalhado e configurável, você agora vai poder gerar uma apresentação resumida do seu projeto. Ela vem em formato paisagem com layout moderno e traz as informações mais importantes para você agilizar o processo de venda.
Aceleração forte do cálculo do sombreamento
A frequência de sombreamento é um dos diferenciais mais importantes do PV*SOL. Ela permite otimizar o sistema e traz a informação de uma forma que o cliente entende o valor adicional do projeto 3D neste software.
Esse cálculo foi acelerado em 4 vezes na nova versão! Mesmo em situações complexas, com Google Solar ou projetos de drone, ele sai num piscar de olho.
A mesma aceleração ocorre ao sair do modo 3D, economizando significativamente seu tempo. Você vai adorar!
Dados climáticos Meteonorm 9.0 ajustados ao Cresesb/Sundata
A versão 8 do Meteonorm, que é a principal fonte de dados climáticos disponível no PV*SOL, trazia para algumas regiões uma irradiação acima do Cresesb/Sundata. Recebemos questionamentos e as levamos à empresa Meteonorm. Apontamos que o Sundata é usada como referência no Brasil, na ausência de uma fonte oficial de referência.
Obtivemos sucesso: nos testes preliminares, a versão 9 do Meteonorm fica numa faixa próxima ao Sundata. Os dados são em resolução horário e trazem a temperatura, o que melhora bem a confiabilidade da simulação quando comparado com os dados mensais do Sundata (sem temperatura).
Tabela dos dados mensais no relatório (demanda brasileira)
Outra demanda de vocês foi a inclusão da tabela mensal de geração e consumo no relatório. Assunto resolvido!
No PV*SOL 2026 ficou muito mais fácil incluir gráficos ou tabelas no relatório ou retirá-los: simplesmente use os botões à direita dos gráficos. Super intuitivo!
Cada consumidor pode ter uma tarifa individual
Você quer simular um sistema fotovoltaico para atender a várias unidades de consumo com tarifas diferentes?
Agora é possível simular isso no PV*SOL.
Apenas uma ressalva: precisamos analisar ainda em detalhe quais casos brasileiros estão cobertos por essa opções, visto que temos muitas peculiaridades com a lei 14.300, Mercado Livre etc.
Exportação dos principais dados de forma eletrônica
Além da exportação dos dados de simulação em formato .xls, o PV*SOL agora exporta as informações e os resultados do projeto em formato .json.
Essa é mais uma sugestão nossa realizada, visando uma futura integração do nosso software líder em plataformas de gestão de propostas.
Quer saber de versões anteriores?
No seguinte blog descrevemos a evolução do PV*SOL ao longo dos anos.